Nossa.... como esse assunto é difícil! Muitas e muitas mamães e papais ficam se descabelando nesse momento, para saber o lugar ideal para se colocar as crianças, para que elas tenham o melhor aprendizado e também o melhor cuidado, afinal, muitos trabalham fora e precisam deixar suas crianças em período integral nas escolas.

Bem, neste artigo quero contar um pouquinho como foi a minha busca pela escola ideal para a Melissa e como fiz a escolha para que ela iniciasse sua jornada educacional junto com as demais crianças.

Primeiramente, queria mencionar que não existe escola perfeita ou a melhor escola, pois tudo depende da criança. Às vezes, o que é bom para a Melissa não seria tão bom para o seu filho ou filha. Um dos aspectos mais importantes é ter boas referências, isso foi o que sempre busquei. Sempre procuro ter o máximo de informação sobre o local, tanto pelos profissionais que trabalham no ambiente diariamente, e também sobre profissionais fora do espaço, como pedagogos, terapeutas ocupacionais, psicólogos, etc.

Bem, eu já tinha em mente que a Mel iniciaria a escola quando completasse 1 aninho, assim já estaria com seu sistema imunológico um pouco mais preparado.

Conversei muito com vários profissionais que atendiam a Melissa, como a Diretora Pedagoga do CEESD, Eulanda Mello, a Terapeuta Ocupacional e outras mamães de crianças com ou sem SD.

A escola, para mim, seria um ambiente onde a Melissa poderia aprender todas as atividades que as crianças aprenderiam, mas o mais importante para mim seria essa socialização com outras crianças, afinal de contas a Melzinha é a única criança da família (vai a dica para as titias e primas rsrs que venham os primos para a Melzinha poder brincar, hein).

Visitei mais de 5 escolas recomendadas por amigos e busquei a que conciliava o maior número de benefícios, como localização, valor, estrutura e inclusão.

Foi assim que decidi qual seria a escola em que a Melissa estudaria por um período, já que no futuro, pesquisarei novas escolas, pois esta apenas atende até o Ensino Fundamental.

Hoje a minha abelhinha estuda no Thema Educando (www.themaeducando.com.br) onde tenho confiança nos profissionais e sempre que preciso posso ligar para conversar com as coordenadoras, tanto escolar quanto do Projeto de Inclusão.

Acho importante que a escola esteja preparada para ter a Inclusão e que faça as crianças participarem. Não basta apenas "aceitar" a inclusão, mas fazer valer, ou seja, colocar as crianças nas atividades, fazer com que elas participem da mesma forma que os demais.

Um dos pontos que mais me chamam a atenção, e acho que todos os papais e mamães deveriam observar, é que a criança deve se sentir bem e aceitar. Quando a criança chora demais, mesmo depois de um tempo de adaptação (esse tempo, digo, mais de um mês) precisamos entender se existe algo de errado. Não falo por maus tratos não, mas talvez a criança não esteja se adaptando ao ambiente específico daquele local.

Seguem algumas fotinhos da minha fofura quando iniciou a escolinha. Ela realmente só precisou de 4 dias de adaptação, depois disso já ia direto para o colo da “tia” e me dava tchauzinho kkk.

O primeiro dia de adaptação foi de apenas 1h e estávamos eu, ela e a professora.

Em busca da escola ideal

No segundo dia, foram 2h de adaptação, porém sem a minha presença junto com ela, mas eu estava ali do lado de fora rsrs.

No terceiro dia, ela já ficou 3h junto com os amigos e, a partir de então, passou a ficar o período que acordei de 4h por dia. Escolhi essa quantidade de horas pois no período da tarde ela faz os demais acompanhamentos com a Instituição, Fisioterapia, Fonoaudiologia e TO.

 Em busca da escola ideal

Em busca da escola ideal

Na escolinha, tinha também seus momentos de sonecas e papas.

Em busca da escola ideal

Em busca da escola ideal

Meu coração se enche de alegria em poder rever esses momentos e passar para vocês a minha experiência. Acho que vocês também conseguem ver a alegria estampada no rostinho da Melzinha, não!?

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